O Legado de um Gigante: Nota de Falecimento e Homenagem a John M. Perkins (1930–2026)
Hoje o mundo se despede de um dos maiores gigantes da reconciliação racial e da justiça social. O Rev. John M. Perkins partiu nesta sexta-feira (13/03), aos 95 anos, deixando um rastro de luz e coragem que atravessou fronteiras.
O Elo com o Brasil 🇧🇷
Em 2014, tivemos a honra de recebê-lo no Rio de Janeiro para a Conferência Nacional Negritude & Evangélicos. Mesmo com a fragilidade dos seus 84 anos na época, sua voz ecoou forte no Seminário Batista do Sul, lembrando-nos que a reconciliação com o próximo é fruto da verdade.
“A verdade incendeia a justiça” — Rev. John Perkins.
Nossos sentimentos à família Perkins e a todos que, inspirados por ele, continuam a luta por um mundo onde a justiça e a paz se beijem. Leia mais…
O Futuro é Matrifocal – Uma Reflexão sob a Ótica da Afro-Humanitude
Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada?
Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
#Afrokut #AfroHumanitude #8deMarço #Matriarcado #Matrifocalidade #Muntu #Kemet #Ancestralidade #DiadaMulher Leia mais…
Campos Mórficos e a Gênese da Afro-Humanitude
Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
#Ankh #Sankofa #AfroHumanitude #Muntu #Kemet #CampoMórfico Leia mais…
Inscreva-se no Forward, da McKinsey.org: desenvolvimento estruturado para um ambiente profissional em transformação
Em um contexto profissional marcado por incertezas, transformação digital acelerada e crescente complexidade em tomadas de decisões, iniciativas de desenvolvimento precisam ir além dos discursos motivacionais — oferecer método, estrutura…
Manifesto do Ankh
O Chamado à Ação:
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
#Ankh #Ma’at #Kemet Leia mais…
O Ankh como Dispositivo de Bioenergética e Ativação do Espírito
O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
#Ankh #Bioenergética #Kemet #Ma’at Leia mais…
Como o Apagamento do Laço do Ankh Deformou o Paradigma Espiritual do Ocidente
Restaurar o Ankh em nossos altares, peitos e, principalmente, em nossas ações, é um ato de retomada de território mental. Não aceitamos a linha reta que nos leva ao abismo. Somos seres circulares.
#Ankh #Afrokut #Kemet #TecnologiaAncestral Leia mais…
Cosmograma Bakongo
✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨
Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
#CosmogramaDikenga #Ancestralidade #SabedoriaAfricana #FilosofiaBantu #Afrokut Leia mais…
O Ankh e a Física da Manifestação: Uma Tecnologia Africana de 77.000 Anos
Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.
# Ankh #Twa #AfroHumanitude #Kemet Leia mais…
Injustiça/Injustice
O preço da injustiça é sempre o mais caro,não se paga em ouro, nem em prata,mas em vidas que se perdem no caminho,em sonhos que são esmagadosantes mesmo de serem…
Comunalismo e Ubuntu: A Filosofia Africana em Perspectiva
No contexto africano, o comunalismo ganha uma dimensão ética e ontológica muito mais profunda por meio do Ubuntu. Leia mais…
O Resgate do Ankh no Cristianismo Negro ☥
Adotar o Ankh ☥ como uma “Cruz Africana” nas igrejas brasileiras não é apenas uma mudança visual; é um ato de soberania mental. Isso comunica que a espiritualidade negra não precisa pedir licença para se expressar com seus próprios símbolos ancestrais. Leia mais…
Militância Negra Cristã e a Teologia Negra no Brasil
O momento histórico do Brasil, no final da década de 1970, ainda marcado por um regime militar, também viu o movimento negro se rearticular e pautar o racismo à brasileira…
Manifesto Global da Teologia Negra
Eis aqui uma grande multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas (Apocalipse 7:9b) Nós, lideranças negras evangélicas do Brasil e representantes…
Leitura do Manifesto produzido no Fórum de Lideranças Negras Evangélicas, 2003 Belo Horizonte
Neste vídeo o MNE traz a memória, através dessa leitura coletiva, o Manifesto do Fórum de Lideranças Negras Evangélicas realizado em Belo Horizonte, em 27 de outubro de 2003. Recordar…
Nostalgia Black: quando a música se transforma em memória afetiva
A música tem o poder de atravessar o tempo, resgatar memórias e criar conexões profundas entre passado e presente. É exatamente essa proposta que a Nostalgia Black leva até você…
Afro-Humanitude: uma experiência de reflexão e consciência com a Alexa
A Afro-Humanitude é uma Skill para a Alexa criada para quem deseja ir além do consumo rápido de informação e buscar momentos reais de reflexão, escuta e conexão com a…
Como os Antigos Egípcios resolviam conflitos: Uma tecnologia de paz para as escolas brasileiras
Imagine uma sala de aula onde o erro não é motivo de vergonha, mas um convite à restauração. Leia mais…
Da Ancestralidade Ainu à Afro-Humanitude: O Círculo de Ma’at como Tecnologia Educacional
A historiografia eurocêntrica frequentemente apresenta a civilização como um fenômeno que se expande do Norte para o resto do mundo. No entanto, as evidências arqueológicas e filosóficas apontam para o fluxo real: a civilização desceu o Nilo. Partindo das altas terras do Sul, com os povos Ainu e a civilização de Ta-Seti, o conhecimento fluiu em direção ao Norte, sistematizando-se em Kemet (Egito Antigo). Leia mais…
A Passagem do Babalawo Marcio Alexandre M. Gualberto
Um Legado de Luta e Ancestralidade É com profundo pesar e o coração consternado que a comunidade do Afrokut comunica o falecimento, ocorrido no dia 03 de dezembro de 2025,…
O Legado de um Gigante: Nota de Falecimento e Homenagem a John M. Perkins (1930–2026)
Hoje o mundo se despede de um dos maiores gigantes da reconciliação racial e da justiça social. O Rev. John M. Perkins partiu nesta sexta-feira (13/03), aos 95 anos, deixando um rastro de luz e coragem que atravessou fronteiras.
O Elo com o Brasil 🇧🇷
Em 2014, tivemos a honra de recebê-lo no Rio de Janeiro para a Conferência Nacional Negritude & Evangélicos. Mesmo com a fragilidade dos seus 84 anos na época, sua voz ecoou forte no Seminário Batista do Sul, lembrando-nos que a reconciliação com o próximo é fruto da verdade.
“A verdade incendeia a justiça” — Rev. John Perkins.
Nossos sentimentos à família Perkins e a todos que, inspirados por ele, continuam a luta por um mundo onde a justiça e a paz se beijem. Leia mais…
O Futuro é Matrifocal – Uma Reflexão sob a Ótica da Afro-Humanitude
Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada?
Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
#Afrokut #AfroHumanitude #8deMarço #Matriarcado #Matrifocalidade #Muntu #Kemet #Ancestralidade #DiadaMulher Leia mais…
Campos Mórficos e a Gênese da Afro-Humanitude
Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
#Ankh #Sankofa #AfroHumanitude #Muntu #Kemet #CampoMórfico Leia mais…
Inscreva-se no Forward, da McKinsey.org: desenvolvimento estruturado para um ambiente profissional em transformação
Em um contexto profissional marcado por incertezas, transformação digital acelerada e crescente complexidade em tomadas de decisões, iniciativas de desenvolvimento precisam ir além dos discursos motivacionais — oferecer método, estrutura…
Manifesto do Ankh
O Chamado à Ação:
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
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O Ankh como Dispositivo de Bioenergética e Ativação do Espírito
O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
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Como o Apagamento do Laço do Ankh Deformou o Paradigma Espiritual do Ocidente
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Cosmograma Bakongo
✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨
Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
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O Ankh e a Física da Manifestação: Uma Tecnologia Africana de 77.000 Anos
Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.
# Ankh #Twa #AfroHumanitude #Kemet Leia mais…
Injustiça/Injustice
O preço da injustiça é sempre o mais caro,não se paga em ouro, nem em prata,mas em vidas que se perdem no caminho,em sonhos que são esmagadosantes mesmo de serem…
Comunalismo e Ubuntu: A Filosofia Africana em Perspectiva
No contexto africano, o comunalismo ganha uma dimensão ética e ontológica muito mais profunda por meio do Ubuntu. Leia mais…
O Resgate do Ankh no Cristianismo Negro ☥
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Militância Negra Cristã e a Teologia Negra no Brasil
O momento histórico do Brasil, no final da década de 1970, ainda marcado por um regime militar, também viu o movimento negro se rearticular e pautar o racismo à brasileira…
Manifesto Global da Teologia Negra
Eis aqui uma grande multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas (Apocalipse 7:9b) Nós, lideranças negras evangélicas do Brasil e representantes…
Leitura do Manifesto produzido no Fórum de Lideranças Negras Evangélicas, 2003 Belo Horizonte
Neste vídeo o MNE traz a memória, através dessa leitura coletiva, o Manifesto do Fórum de Lideranças Negras Evangélicas realizado em Belo Horizonte, em 27 de outubro de 2003. Recordar…
Nostalgia Black: quando a música se transforma em memória afetiva
A música tem o poder de atravessar o tempo, resgatar memórias e criar conexões profundas entre passado e presente. É exatamente essa proposta que a Nostalgia Black leva até você…
Afro-Humanitude: uma experiência de reflexão e consciência com a Alexa
A Afro-Humanitude é uma Skill para a Alexa criada para quem deseja ir além do consumo rápido de informação e buscar momentos reais de reflexão, escuta e conexão com a…
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Imagine uma sala de aula onde o erro não é motivo de vergonha, mas um convite à restauração. Leia mais…
Da Ancestralidade Ainu à Afro-Humanitude: O Círculo de Ma’at como Tecnologia Educacional
A historiografia eurocêntrica frequentemente apresenta a civilização como um fenômeno que se expande do Norte para o resto do mundo. No entanto, as evidências arqueológicas e filosóficas apontam para o fluxo real: a civilização desceu o Nilo. Partindo das altas terras do Sul, com os povos Ainu e a civilização de Ta-Seti, o conhecimento fluiu em direção ao Norte, sistematizando-se em Kemet (Egito Antigo). Leia mais…
A Passagem do Babalawo Marcio Alexandre M. Gualberto
Um Legado de Luta e Ancestralidade É com profundo pesar e o coração consternado que a comunidade do Afrokut comunica o falecimento, ocorrido no dia 03 de dezembro de 2025,…
Inteligência Artificial e o racismo:
Inteligência artificial já está entre nós
Nesta série de artigos, originalmente publicados em 2018 e agora revisados e expandidos, exploramos como a tecnologia herdou e automatizou os preconceitos da nossa sociedade. Abordamos desde a estrutura técnica dos algoritmos até os impactos sociais profundos do racismo algorítmico e da colonialidade de dados.
Disponibilizamos abaixo quatro reflexões essenciais para compreender e combater o racismo na era digital:
Os principais desafios para criar inteligência artificial sem racismo
Soberania, Ética e a Fronteira Quântica Em um mundo ideal, os algoritmos seriam instrumentos de pura lógica, frios e imparciais. No entanto, a realidade de 2026 nos mostra que…
O que aprendemos sobre racismo na inteligencia artificial
Do Código à Consciência Após navegarmos pelos mecanismos e desafios da Inteligência Artificial, chegamos à lição mais profunda: a IA não é um fenômeno isolado; ela é um espelho da…
Inteligência artificial já está entre nós e ela é racista
O Desafio da Afro-Humanitude na Era Algorítmica A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um conceito de ficção científica para se tornar a infraestrutura invisível que organiza a nossa sociedade….
Porque a inteligencia artificial é racista?
O Espelho de uma Sociedade Desigual Um computador não nasce racista. Ele é, em sua essência, uma “tábula rasa” processual. O racismo algorítmico não é um erro de cálculo, mas…
Os principais desafios para criar inteligência artificial sem racismo
Soberania, Ética e a Fronteira Quântica Em um mundo ideal, os algoritmos seriam instrumentos de pura lógica, frios e imparciais. No entanto, a realidade de 2026 nos mostra que…
O que aprendemos sobre racismo na inteligencia artificial
Do Código à Consciência Após navegarmos pelos mecanismos e desafios da Inteligência Artificial, chegamos à lição mais profunda: a IA não é um fenômeno isolado; ela é um espelho da…
Inteligência artificial já está entre nós e ela é racista
O Desafio da Afro-Humanitude na Era Algorítmica A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser um conceito de ficção científica para se tornar a infraestrutura invisível que organiza a nossa sociedade….
Porque a inteligencia artificial é racista?
O Espelho de uma Sociedade Desigual Um computador não nasce racista. Ele é, em sua essência, uma “tábula rasa” processual. O racismo algorítmico não é um erro de cálculo, mas…
Quer saber mais sobre Ubuntu e Humanitude, leia os artigos abaixo:
Ubuntu “a filosofia do ‘Nós’”
A importância vital do “Nós” Segundo o filósofo sul-africano Mogobe Ramose, para a filosofia ubuntu, “a comunidade é lógica e historicamente anterior ao indivíduo” e por isso tem a primazia…
O ubuntu como cuidado e partilha
Para o ethos do ubuntu, uma pessoa não só é uma pessoa por meio de outras pessoas, mas também por meio de todos os seres do universo. Cuidar “do outro”,…
Negritude ou Humanitude? Um Debate Revisitado: Do Universalismo à Afro-humanitude como Projeto Decolonial
Este artigo revisita o debate intelectual seminal, analisado por Gertrudes Marti em 1973, entre a Negritude – como afirmação de uma identidade negra distintiva e política – e a “Humanitude” – enquanto conceito universalista que busca transcender as categorias raciais. Partindo dessa tensão histórica, o artigo propõe uma releitura contemporânea, argumentando que a chamada “Humanitude” não pode ser um universalismo abstrato, mas sim fundamentada em filosofias africanas como o Ubuntu. Neste sentido, articula-se o conceito de Afro-humanitude como uma superação dialética da dicotomia, promovendo um humanismo radicalmente inclusivo, enraizado na diversidade e voltado para o letramento racial e o combate ao racismo, com especial atenção ao contexto brasileiro. Leia mais…
10 Frases da Consciência Negra e sua conexão vital com a AfroHumanitude
Aqui estão 10 frases que desdobram essa ideia e sua conexão vital com a AfroHumanitude.
#ConsciênciaNegra
Leia mais…
O ubuntu é ‘liberdade indivisível’
Para me envolver com o Outro como sujeito, como indivíduo livre como eu mesmo, como outro ser humano, eu também tenho de me tornar sujeito, reconhecendo nossa sujeição comum à…
Da Ancestralidade Ainu à Afro-Humanitude: O Círculo de Ma’at como Tecnologia Educacional
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A filosofia Ubuntu no filme Rei Leão
No filme Rei Leão, nos deparamos com a filosofia Ubuntu. Como é de se imaginar, todo o filme se passa no continente africano. Mesmo lugar do nascimento da filosofia Ubuntu….
“Eu só existo porque nós existimos”: a ética Ubuntu
Para o teólogo congolês e doutor em sociologia Bas’Ilele Malomalo, toda existência é sagrada para os africanos, ou seja, há um pouco do divino em tudo o que existe. Por…
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#Afrokut #AfroHumanitude #8deMarço #Matriarcado #Matrifocalidade #Muntu #Kemet #Ancestralidade #DiadaMulher Leia mais…
Branquitude não é o oposto de Negritude na perspectiva da AfroHumanitude
Superar o paradigma binário preto/branco pode ampliar a compreensão das dinâmicas raciais e permitir um debate mais inclusivo e enriquecedor. A “raça” é apenas um dos muitos fatores que compõem…
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Este artigo revisita o debate intelectual seminal, analisado por Gertrudes Marti em 1973, entre a Negritude – como afirmação de uma identidade negra distintiva e política – e a “Humanitude” – enquanto conceito universalista que busca transcender as categorias raciais. Partindo dessa tensão histórica, o artigo propõe uma releitura contemporânea, argumentando que a chamada “Humanitude” não pode ser um universalismo abstrato, mas sim fundamentada em filosofias africanas como o Ubuntu. Neste sentido, articula-se o conceito de Afro-humanitude como uma superação dialética da dicotomia, promovendo um humanismo radicalmente inclusivo, enraizado na diversidade e voltado para o letramento racial e o combate ao racismo, com especial atenção ao contexto brasileiro. Leia mais…
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O Futuro é Matrifocal – Uma Reflexão sob a Ótica da Afro-Humanitude
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Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
#Afrokut #AfroHumanitude #8deMarço #Matriarcado #Matrifocalidade #Muntu #Kemet #Ancestralidade #DiadaMulher Leia mais…
Branquitude não é o oposto de Negritude na perspectiva da AfroHumanitude
Superar o paradigma binário preto/branco pode ampliar a compreensão das dinâmicas raciais e permitir um debate mais inclusivo e enriquecedor. A “raça” é apenas um dos muitos fatores que compõem…








