136 anos da abolição da escravatura e as igrejas evangélicas brasileiras

O Brasil completou, em 13 de maio de 2024, 136 anos da abolição da escravatura. Por mais de três séculos, o negro escravizado impulsionou a economia e serviu de base à pirâmide social brasileira.

Assinado em 13 de maio de 1888 pela regente do trono, Princesa Isabel, o projeto transformou-se na Lei Áurea. Entretanto, ao contrário do que se esperava, a abolição não significou a emancipação efetiva da população escravizada.

Nestes 136 anos da abolição da escravatura as igrejas evangélicas brasileiras continuam com seu silêncio covarde e pecaminoso. Agindo como na parábola do bom samaritano narrada por Jesus nos evangelhos: passando de largo diante das questões dos negros e das negras.

No geral, os protestantes não tiveram um papel relevante na abolição da escravatura. Também nunca defenderam oficialmente sua posição em relação à escravidão no Brasil.


Segue vários artigos sobre abolição da escravatura e a escravidão negra, com a participação e cumplicidade das igrejas evangélicas brasileiras:

O Divino Mestre

Agostinho José Pereira, não se denominava “Divino Mestre“. Mesmo com seu trabalho de alfabetização vinculado ao ensino das Escrituras, Agostinho não se deixava ver como um divino mestre. O Diário de…

O Resgate do Ankh no Cristianismo Negro ☥

Adotar o Ankh ☥ como uma “Cruz Africana” nas igrejas brasileiras não é apenas uma mudança visual; é um ato de soberania mental. Isso comunica que a espiritualidade negra não precisa pedir licença para se expressar com seus próprios símbolos ancestrais. Leia mais…

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