Afro-Humanitude


O conceito de
AfroHumanitude  proposto aqui é a África como berço da humanidade e centro da história universal do mundo. Afro-Humanitude é África e a Humanitude conectadaÁfrica onde a humanidade surgiu e Humanitude o vínculo universal que liga toda a humanidade.

Essa conexão forma  a AfroHumanitude, que contempla: a Negritude, Indigenitude,  Branquitude, Parditude e continua aberta e disponível para outras humanitudes.

Acreditamos que a AfroHumanitude tem muito para contribuir com a questão racial no Brasil e no mundo. Entendemos que a África é o berço da humanidade e a Humanitude é Ubuntu que liga toda a humanidade.

Portanto, há uma necessidade de compreender, revitalizar e promover as virtudes da AfroHumanitude. Neste espaço vamos postar textos sobre a AfroHumanitude, e divulgar esse conceito na perspectiva da nossa caminhada:

A Busca pelo Muntu: O Horizonte Pós-Racial

O objetivo final de uma educação verdadeiramente emancipatória não deve ser apenas a gestão permanente de conflitos raciais, mas sim o horizonte pós-racial (não confundir com a ideologia pós-racial liberal). O horizonte pós-racial da Afro-Humanitude é a emergência plena do Muntu, conceito banto que designa a pessoa humana em sua totalidade corpórea, cognitiva, comunitária e espiritual, o ser humano integral, consciente de sua ancestralidade e de sua corresponsabilidade com o ecossistema. Leia mais…

Chegou! “Afro-Humanitude”, o novo livro de Hernani Francisco da Silva, já está disponível na Amazon

Longe de se limitar ao antirracismo burocrático ou à pedagogia do trauma, a obra propõe uma Cura Identitária profunda e radical. A Afro-Humanitude é apresentada como o encontro umbilical entre a África (o berço biológico e cultural incontroverso da história universal) e a Humanitude (a teia relacional de cuidado e interdependência que vincula toda a vida). O horizonte perseguido é assumidamente pós-racial: a emergência plena do Muntu, a pessoa humana em sua totalidade corpórea, cognitiva e espiritual. Leia mais…

A Educação Integral Antirracista sob a Ótica da AfroHumanitude e o Horizonte Pós-Racial

Este artigo propõe uma superação epistêmica e prática do antirracismo tradicional no campo educacional, articulando as premissas da Educação Integral Antirracista à luz do conceito de AfroHumanitude. Argumenta-se que, embora as correntes tradicionais tenham desempenhado papel histórico crucial na denúncia de assimetrias, elas permanecem aprisionadas na centralidade da “raça” como categoria ontológica. Por meio do diálogo com o Humanismo Planetário, a Pluriversalidade Decolonial e o Afropresentismo, este ensaio defende que o objetivo último de uma pedagogia radicalmente transformadora não deve ser o gerenciamento crônico de conflitos raciais, mas sim a completa obsolescência e dissolução da raciologia para a refundação de uma nova ética humana global. Leia mais…

O Código das Cores e a Afro-Humanitude: Como o Projeto Humanæ desconstrói o racismo pixel por pixel

Para nós, que caminhamos sob a égide da Afro-Humanitude, o Humanæ não é apenas uma belíssima galeria de retratos; é uma tecnologia viva de letramento racial. Ao alinhar a nossa diversidade à neutralidade dos códigos de cor, a obra se torna um espelho pedagógico que nos ensina a ler o mundo além dos estereótipos. Este artigo propõe um mergulho nessa intersecção: como a lente de Angélica Dass materializa visualmente o respeito à singularidade e o senso de comunidade profunda que defendemos em nossa filosofia. Leia mais…

O Futuro é Matrifocal – Uma Reflexão sob a Ótica da Afro-Humanitude

Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada?

Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
#Afrokut #AfroHumanitude #8deMarço #Matriarcado #Matrifocalidade #Muntu #Kemet #Ancestralidade #DiadaMulher Leia mais…

Campos Mórficos e a Gênese da Afro-Humanitude

Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
#Ankh #Sankofa #AfroHumanitude #Muntu #Kemet #CampoMórfico Leia mais…

O Ankh como Dispositivo de Bioenergética e Ativação do Espírito

O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
#Ankh #Bioenergética #Kemet #Ma’at Leia mais…

Cosmograma Bakongo

✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨
Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
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