Campos Mórficos e a Gênese da Afro-Humanitude

Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
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Manifesto do Ankh

O Chamado à Ação:
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
#Ankh #Ma’at #Kemet Leia mais…

O Ankh como Dispositivo de Bioenergética e Ativação do Espírito

O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
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Como o Apagamento do Laço do Ankh Deformou o Paradigma Espiritual do Ocidente

Restaurar o Ankh em nossos altares, peitos e, principalmente, em nossas ações, é um ato de retomada de território mental. Não aceitamos a linha reta que nos leva ao abismo. Somos seres circulares.
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Cosmograma Bakongo

✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨
Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
#CosmogramaDikenga #Ancestralidade #SabedoriaAfricana #FilosofiaBantu #Afrokut Leia mais…

O Ankh e a Física da Manifestação: Uma Tecnologia Africana de 77.000 Anos

Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.

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Comunalismo e Ubuntu: A Filosofia Africana em Perspectiva

No contexto africano, o comunalismo ganha uma dimensão ética e ontológica muito mais profunda por meio do Ubuntu. Leia mais…

O Resgate do Ankh no Cristianismo Negro ☥

Adotar o Ankh ☥ como uma “Cruz Africana” nas igrejas brasileiras não é apenas uma mudança visual; é um ato de soberania mental. Isso comunica que a espiritualidade negra não precisa pedir licença para se expressar com seus próprios símbolos ancestrais. Leia mais…

Como os Antigos Egípcios resolviam conflitos: Uma tecnologia de paz para as escolas brasileiras

Imagine uma sala de aula onde o erro não é motivo de vergonha, mas um convite à restauração. Leia mais…

Da Ancestralidade Ainu à Afro-Humanitude: O Círculo de Ma’at como Tecnologia Educacional

A historiografia eurocêntrica frequentemente apresenta a civilização como um fenômeno que se expande do Norte para o resto do mundo. No entanto, as evidências arqueológicas e filosóficas apontam para o fluxo real: a civilização desceu o Nilo. Partindo das altas terras do Sul, com os povos Ainu e a civilização de Ta-Seti, o conhecimento fluiu em direção ao Norte, sistematizando-se em Kemet (Egito Antigo). Leia mais…

A Passagem do Babalawo Marcio Alexandre M. Gualberto

Um Legado de Luta e Ancestralidade É com  profundo pesar e o coração consternado que a comunidade do Afrokut comunica o falecimento, ocorrido no dia 03 de dezembro de 2025, do nosso estimado Babalawo Marcio Alexandre Martins Gualberto (Marcio Obeate – Ifairawo). Marcio, Babalawo do Ifá Cubano no Rio de Janeiro, não foi apenas um líder religioso; foi um gigante na defesa dos direitos humanos, Leia mais…

10 Frases da Consciência Negra e sua conexão vital com a AfroHumanitude

Aqui estão 10 frases que desdobram essa ideia e sua conexão vital com a AfroHumanitude.
#ConsciênciaNegra
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Consciência Negra é a Metacognição da nossa Humanitude

A Consciência Negra, como metacognição, fortalece nossa autoestima, guia nossa luta por igualdade e nos permite construir um futuro onde nossa dignidade seja inegociável. É a mente quilombola em ação, analisando as estratégias do sistema para poder criar estratégias de libertação.
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O Princípio Universal do Gênero e o Equilíbrio da AfroHumanitude

A AfroHumanitude expande essa noção de Gênero para além de uma simples lei mecânica e a vê como uma Lei de Polaridade Criativa. Ela nos lembra que a verdadeira igualdade e harmonia não residem em sermos todos iguais, mas no equilíbrio dinâmico e no respeito profundo entre essas forças complementares, dentro de nós e em nossa comunidade.
#PrincípiodoGênero Leia mais…

O Princípio da Polaridade e a AfroHumanitude: Transcendendo a Dualidade no Aqui e Agora

As Sete Leis ou Princípios Universais, através dos quais tudo no cosmos é governado, embora seu apelo seja universal, é fundamental reconhecermos e celebrarmos sua origem Kemética. Hoje, mergulharemos na quarta dessas leis: o Princípio da Polaridade, uma ferramenta poderosa para navegar as complexidades da vida e fortalecer nossa AfroHumanitude. Leia mais…

A Superação da Polaridade em um Mundo Complexo

A crescente polarização que define o cenário global contemporâneo, caracterizado por uma complexidade sem precedentes. Em um mundo marcado por bolhas de filtro, desinformação e uma mentalidade de “nós contra eles”, as estruturas sociais, políticas e individuais encontram-se sob forte tensão. A AfroHumanitude, com foco especial na filosofia Ubuntu, como um paradigma robusto para a superação dessas divisões. Argumenta-se que princípios como a interconexão, o bem-estar comunitário e a justiça restaurativa oferecem uma alternativa viável ao hiperindividualismo e à lógica retributiva que alimentam a polaridade. Analisaremos como o Ubuntu, juntamente com as cosmologias indígenas do Sumak Kawsay (Bem Viver) andino e do Teko Porã guarani, fornece uma estrutura ética e prática para reconstruir o tecido social, promovendo a empatia, o diálogo e um senso de destino compartilhado.
#Polarização #Ubuntu @AfroHumanitude #SumakKawsay #TekoPorã #Complexidade #Filosofia Africana Leia mais…

Cheikh Anta Diop: Seis Ideias que Redefiniram a História Africana

Aqui estão 6 das ideias mais influentes de Cheikh Anta Diop que remodelaram nossa compreensão das origens humanas e das antigas civilizações africanas.
#Kemet #AntigoEgito Leia mais…

Os 7 Princípios Universais de Thoth, a Afro-humanitude e Interdependência Universal

Este artigo se propõe a traçar paralelos conceituais entre a Afro-humanitude e os 7 Princípios Keméticos, argumentando que ambos, apesar de suas distintas trajetórias históricas, compartilham um alicerce comum: a visão de um universo interconectado, regido por leis harmônicas e fundamentado em uma perspectiva holística. Analisaremos cada um dos sete princípios, demonstrando como suas premissas encontram eco em filosofias e valores presentes na Afro-humanitude.
#Afro-humanitude #Keméticos #Ubuntu #SumakKawsay #TekoPorã Leia mais…

O Conceito de “Cura Identitária” na Perspectiva da Afro-Humanitude: Uma Análise Teórica

Este artigo explora o conceito de “cura identitária” a partir da perspectiva da Afro-Humanitude, uma filosofia que busca a transformação interior e a superação de hierarquias sociais por meio do letramento racial e da valorização da diversidade. Distinguindo-se de processos de “cura” relacionados a identidades de gênero (cis ou trans), a cura identitária, neste contexto, foca na alienação e nos processos de identificação singulares de cada indivíduo. Inspirada na filosofia Ubuntu e no conceito de Sumak Kawsay, a Afro-Humanitude propõe um caminho para a cura interior e coletiva, visando a superação do racismo e a construção de um humanismo pluralista. A abordagem interseccional e a educação antirracista são apresentadas como pilares fundamentais para a aplicação desse conceito em um projeto de transformação social. Leia mais…

Negritude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo realiza uma revisão conceitual da Negritude enquanto matriz biocultural primordial da humanidade, articulando-a ao quadro teórico da AfroHumanitude – proposta que integra Negritude, Indigenitude, Parditude e Branquitude Crítica em um projeto descolonial de reumanização. Com base em descobertas genéticas recentes (como a teoria da Eva Mitocondrial e estudos sobre a pigmentação cutânea em populações europeias antigas), argumenta-se que a pele escura não é um marcador de alteridade, mas a expressão fenotípica original do Homo sapiens. A partir desse marco, discute-se como as demais humanitudes emergem histórica e politicamente como adaptações, resistências e ressignificações identitárias, sem jamais apagar a centralidade africana na narrativa humana. Conclui-se que a AfroHumanitude oferece um paradigma civilizatório baseado no Ubuntu, no Sumak Kawsay e no Teko Porã, capazes de superar hierarquias raciais e fundar uma ética da pluralidade radical.

#Negritude; #AfroHumanitude #EvaMitocondrial #Branquitude #Descolonialidade
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Indigenitude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo realiza uma revisão conceitual da Indigenitude – termo cunhado por James Clifford para designar a reemergência contemporânea das identidades e culturas indígenas – articulando-a ao marco teórico da AfroHumanitude. Argumenta-se que a Indigenitude não se restringe a um movimento de retorno às origens, mas constitui um projeto político, cultural e epistemológico de resistência e revitalização, alinhado a filosofias como o Sumak Kawsay (Bem Viver) e o Teko Porã. Na perspectiva da AfroHumanitude, a Indigenitude é entendida como uma das expressões da pluralidade humana, integrada a um humanismo descolonial que valoriza a complementaridade entre negritude, branquitude crítica, parditude e demais humanitudes. O artigo conclui destacando o potencial desse diálogo para a construção de um paradigma civilizatório baseado na reciprocidade, na cura da terra e na superação das hierarquias raciais.
#Indigenitude; #AfroHumanitude; #Decolonialidade; #SumakKawsay; #IdentidadeIndígena. Leia mais…

Branquitude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo realiza uma revisão conceitual da branquitude como categoria analítica nos estudos das relações raciais, situando-a no contexto da ideologia do branqueamento e da eugenia que conferiram ao branco um status de humanidade idealizada. Discute-se a emergência de uma branquitude crítica – posicionamento antirracista que reconhece privilégios e atua na desconstrução da supremacia branca – em contraposição à branquitude acrítica, que perpetua hierarquias raciais. A partir do marco teórico da AfroHumanitude, propõe-se uma releitura desse conceito, entendendo-o não como o oposto da negritude, mas como uma ferramenta de letramento racial e cura identitária, capaz de operar transformações individuais e coletivas rumo a um humanismo pluralista e descolonial.
#branquitude #negritude #indigenitude #parditude Leia mais…

Parditude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo analisa o conceito de Parditude a partir do marco teórico da AfroHumanitude, propondo-o como um elemento de valorização identitária mestiça que contribui para um projeto antirracista mais amplo e inclusivo. Simultaneamente, enfrenta as críticas contundentes formuladas por autores como Oliveira, Schucman e Shakur, que veem na Parditude um risco de fragmentação da luta negra e uma regressão ao mito da democracia racial. Argumenta-se que, na perspectiva da AfroHumanitude, a Parditude não busca substituir ou fragilizar a negritude, mas sim operar como uma ferramenta de letramento racial e cura interior, reconhecendo a complexidade da identidade brasileira para, a partir de uma abordagem que vai “de dentro para fora”, chegar à unidade do ser e à superação efetiva do racismo. Leia mais…

Negritude ou Humanitude? Um Debate Revisitado: Do Universalismo à Afro-humanitude como Projeto Decolonial

Este artigo revisita o debate intelectual seminal, analisado por Gertrudes Marti em 1973, entre a Negritude – como afirmação de uma identidade negra distintiva e política – e a “Humanitude” – enquanto conceito universalista que busca transcender as categorias raciais. Partindo dessa tensão histórica, o artigo propõe uma releitura contemporânea, argumentando que a chamada “Humanitude” não pode ser um universalismo abstrato, mas sim fundamentada em filosofias africanas como o Ubuntu. Neste sentido, articula-se o conceito de Afro-humanitude como uma superação dialética da dicotomia, promovendo um humanismo radicalmente inclusivo, enraizado na diversidade e voltado para o letramento racial e o combate ao racismo, com especial atenção ao contexto brasileiro. Leia mais…

AfroHumanitude e Eva Mitocondrial: Intersecções entre Filosofia Africana e Genética Evolutiva

A África ocupa um lugar central tanto na interpretação científica sobre a origem da humanidade quanto nas filosofias que defendem a interconexão entre os povos. A AfroHumanitude, conceito que une a noção de Humanitude (Ubuntu) à centralidade africana na história universal, propõe uma ética de reconhecimento mútuo e de superação das divisões raciais. Paralelamente, a teoria da Eva Mitocondrial — fundamentada em estudos genéticos — Leia mais…

Indigenitude, Identidade e Afrofusão: Por que Pessoas Negras Não Representam Pessoas Indígenas

A temática “Pessoas negras não representam pessoas indígenas” ressoa profundamente quando refletimos sobre as raízes, a pluralidade e os desafios da representatividade no Brasil contemporâneo. Em meio às inúmeras batalhas antirracistas e a uma indústria do entretenimento que muitas vezes opta pela comodidade em detrimento da autenticidade, é preciso afirmar que, embora nossas lutas sejam aliadas, elas não podem ser reduzidas a uma única forma Leia mais…

Marcos Costa, brilhante acadêmico e ativista, morre aos 50 anos

É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Marcos Costa, ocorrido em 14 de março de 2025. Marcos não era apenas um amigo de mais de 20 anos, mas um companheiro dedicado na luta antirracista e pela justiça social. Sua perda deixa um vazio imensurável, mas também um legado poderoso que continuará a inspirar muitos. Marcos Costa era um brilhante acadêmico e ativista. Doutorando Leia mais…

Fala do pastor Cosme Felippsen durante a lavagem da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.

O discurso do pastor Cosme Felippsen  é um apelo sincero por inclusividade e compaixão, refletindo o espírito do Carnaval como uma celebração da vida e da comunidade. Cosme Felippsen, integrante do Movimento Negro Evangélico, denunciou o racismo religioso e a ganância de líderes evangélicos, defendendo o respeito às religiões de matriz africana e a inclusão de grupos marginalizados.  Segue o texto com a fala do Pastor Cosme Felippsen, durante a lavagem Leia mais…

Cristofascismo nas Igrejas Evangélicas Brasileiras e a luta do Movimento Negro Evangélico

A Escalada Fascista, Fundamentalista e Conservadora no Protestantismo Histórico Brasileiro e nos Evangélicos em Geral e a luta do Movimento Negro Evangélico. O cenário religioso brasileiro, marcado pela diversidade e pluralidade, tem sido palco de uma transformação preocupante: a ascensão de ideologias fascistas, fundamentalistas e conservadoras no seio do protestantismo histórico e do evangelicalismo em geral. Esse fenômeno, que ganhou força nas últimas décadas, reflete Leia mais…

A Pele Escura como Raiz da Humanidade: Uma Reflexão a Partir da Afrohumanitude

Estudos recentes sobre o DNA antigo de 348 indivíduos que viveram na Europa entre 3.000 e 8.000 anos atrás revelaram uma descoberta fascinante: a pele clara, hoje associada aos europeus modernos, pode ter se tornado predominante há menos de 3.000 anos. O estudo foi liderado por Guido Barbujani, da Universidade de Ferrara, na Itália, e revela informações surpreendentes e revolucionárias sobre as raízes genéticas dos Leia mais…

O Movimento da Parditude: Surgimento e Controvérsias

Nas últimas décadas, o Brasil tem observado uma mudança significativa em seu cenário racial. A população que se identifica como negra, composta por pessoas de cor parda e preta, agora constitui a maioria estatística do país. Leia o artigo: Os pardos são a maioria dos brasileiros, o que isso muda na Parditude e na Negritude? Este fenômeno tem gerado debates intensos, especialmente nas redes sociais, Leia mais…

A Bíblia e a África

Personagens negros apresentados nas Escrituras oferecem lições inspiradoras à Igreja Por Marcelo Santos Palavra inspirada e útil para o ensino, como escreveu o apóstolo Paulo a Timóteo (2 Tm 3.16), o Livro Sagrado descreve eventos, diálogos e lições que se desenrolam em um contexto afro-asiático, em que a diversidade étnica e cultural é evidente. Moisés, que passou parte da infância no Egito, e a rainha Leia mais…

A Importância da Música no Movimento Negro Evangélico

A música se mostrou uma peça central na estratégia de atração e mobilização do MNE. Hernani mencionou a dificuldade em atrair grupos musicais pentecostais e neopentecostais para eventos do Movimento Negro Evangélico, mas destacou a relevância dos rappers gospel, que possuem uma forte conexão com a cultura negra. Burdick viu na música uma oportunidade de abrir uma janela para entender a visão de mundo dos Leia mais…

Estratégias para Expandir o Movimento Negro Evangélico

Em 2002, Burdick e Hernani Francisco da Silva, na época líder do MNE, iniciaram um projeto colaborativo para expandir o movimento. Hernani, que havia criado um site cristão negro em 1999, buscava formas de transformar sua rede inicial em um movimento mais amplo. Juntos, eles discutem estratégias para alcançar evangélicos simpáticos à causa. Uma das ideias centrais foi a utilização da música como uma ferramenta Leia mais…

A Intersecção entre Raça, Religião e Música no Movimento Negro Evangélico no Brasil na perspectiva de John Burdick 

O livro “The Color of Sound: Race, Religion, and Music in Brazil” (2013), escrito pelo antropólogo John Burdick, oferece uma análise profunda sobre as inter-relações entre raça, religião e música no Brasil. A obra, com foco no Movimento Negro Evangélico (MNE), explora como a teologia evangélica pode inspirar a luta contra a injustiça racial e a construção de uma identidade negra orgulhosa. John Burdick iniciou Leia mais…

AfroHumanitude na Promoção do Letramento Racial

Reconhecendo a África como o berço da humanidade e o conceito de Ubuntu (Humanitude), que liga todos os seres humanos, a AfroHumanitude enfatiza que as diferenças entre nós são superficiais e não devem ser usadas para justificar discriminação ou hierarquias sociais. A AfroHumanitude tem o potencial de enriquecer e transformar o debate racial no Brasil e no mundo.  A  AfroHumanitude propõe um entendimento mais inclusivo e holístico Leia mais…

AfroHumanitude: Uma Ferramenta Poderosa na Promoção do Letramento Racial

A AfroHumanitude é uma proposta inovadora que busca ir além das dicotomias raciais tradicionais, promovendo uma visão unificada e inclusiva da humanidade. Ao reconhecer que todas as pessoas pertencem a uma única espécie, o Homo sapiens, e que nossas diferenças são superficiais, a AfroHumanitude se posiciona como uma ferramenta poderosa na promoção do letramento racial. Este conceito não apenas reconhece a diversidade humana, mas também Leia mais…

O caso da Nossa Igreja Brasileira

A denominação supramencionada está localizada, atualmente, na rua da Carioca, no centro da cidade do Rio de Janeiro. O casal, Marco Davi de Oliveira e Nilza Valéria Zacarias são principais articuladores dessa igreja. O pastor Marco Davi é natural de Teresópolis/RJ, formou-se em teologia, história e ciências da religião, foi um dos fundadores do Movimento Negro Evangélico (MNE) em 2003. Publicou o livro A religião Leia mais…

Protestantismo negro de esquerda

  No final do ano de 2022, o cantor e pastor evangélico Kleber Lucas, em entrevista ao podcast do cantor Caetano Veloso, do canal Mídia Ninja, afirmou que o racismo existente na sociedade brasileira também se expressa nas canções que compõem o hinário das igrejas evangélicas. Tem um hino que diz: “alvo mais que a neve”, se você aceitar Jesus, você vai ficar branco como Leia mais…

Branquitude não é o oposto de Negritude na perspectiva da AfroHumanitude

Superar o paradigma binário preto/branco pode ampliar a compreensão das dinâmicas raciais e permitir um debate mais inclusivo e enriquecedor. A “raça” é apenas um dos muitos fatores que compõem a identidade de uma pessoa. Considerar outras interseccionalidades, como classe, gênero, orientação sexual e etnia, pode proporcionar uma análise mais complexa e precisa das desigualdades raciais e sociais. Além disso, é fundamental reconhecer as experiências Leia mais…

A Indigenitude: uma inovação cultural que busca reforçar a identidade indígena no contexto contemporâneo

A Indigenitude é um termo sugerido por James Clifford para descrever a crescente consciência e revitalização das culturas indígenas. É  uma resposta às décadas de colonização e opressão, celebrando e adaptando as tradições indígenas no contexto contemporâneo. Envolve não só um retorno às raízes, mas também a incorporação de elementos modernos. Na perspetiva da   Afro-humanitude é uma visão de libertação, resistência e propostas de mudança fundamentada Leia mais…

A teologia negra: um marco fundamental para o Movimento Negro Evangélico no Brasil

A Influência da Teologia Negra no Brasil A teologia negra desempenhou um papel fundamental na formação e no desenvolvimento do Movimento Negro Evangélico no Brasil. Originária dos Estados Unidos, essa corrente teológica, que busca interpretar a Bíblia a partir da experiência da pessoa negra, encontrou um terreno fértil em nosso país, onde as questões raciais sempre foram cruciais. Como a teologia negra influenciou o Brasil: Leia mais…

A História do Movimento Negro Evangélico no Brasil

O Movimento Negro Evangélico no Brasil tem raízes profundas, entrelaçando fé, identidade e luta por justiça racial. Embora suas manifestações mais organizadas se concentrem nas últimas décadas, suas origens remontam ao período colonial. Os Primórdios: Igrejas Negras e a Resistência Século XIX: A primeira Igreja Protestante Brasileira, a Igreja do Divino Mestre, fundada por Agostinho José Pereira em 1841, o Lutero Negro, era predominantemente negra. Leia mais…

O Movimento Negro Evangélico: Uma Força pela Justiça Racial

O Movimento Negro Evangélico é uma importante expressão da luta antirracista no Brasil, que busca conciliar a fé cristã com a identidade negra. Esse movimento, que se desenvolve desde os anos 1970, reúne pessoas negras que se identificam com o protestantismo evangélico e que atuam para combater o racismo dentro e fora das igrejas. Principais Objetivos: Combater o racismo institucional e cultural: O movimento busca Leia mais…

O termo pardo e a Parditude no Brasil

No Brasil, o termo “pardo” tem uma história complexa e multifacetada, refletindo a diversidade racial e cultural do país. Desde o século XVI, início da colonização portuguesa, a palavra foi usada para descrever pessoas mestiças, especialmente aquelas de origem indígena e africana. Na famosa carta de Pero Vaz de Caminha em que o Brasil foi descrito pela primeira vez pelos portugueses, os nativos americanos eram Leia mais…

A importância de reconhecer a Parditude

A Parditude é um conceito que busca reconhecer e valorizar a identidade e a cultura das pessoas pardas ou mestiças no Brasil. Em um país marcado pela miscigenação, os pardos são a maioria dos brasileiros, a parditude destaca as experiências únicas e os desafios enfrentados por aqueles que possuem uma herança racial mista, geralmente envolvendo ancestrais indígenas, africanos e europeus. Assim, a Parditude é uma Leia mais…

MANIFESTO: o perdão, os 120 anos da abolição inacabada e as igrejas históricas

Treze de maio de 2008, completa 120 anos da abolição da escravidão no Brasil, entretanto, não efetivamos o processo de abolição da escravatura, o nosso País matem uma das mais acentuadas desigualdades social e econômica do mundo. A população negra está na margem da riqueza produzida pela sociedade brasileira. Situação reforçada pelas nossas igrejas na cumplicidade e omissão perante a escravidão negra e anos de Leia mais…

O Brasil miscigenado e o reconhecimento da parditude

Artigo de José Eustáquio Diniz Alves Pela primeira vez, a população parda aparece como grupo majoritário da população brasileira. O gráfico abaixo, apresenta os dados do quesito raça/cor dos censos demográficos do IBGE, de 1991 a 2022. Nota-se que a população autodeclarada branca era maioria em 1991 (51,6%) e no ano 2000 (53,7%), mas perdeu o status de maioria absoluta em 2010 (com 47,7%) e Leia mais…

10 bonecas notáveis que homenageiam mulheres fortes e influentes

A série “Mulheres Inspiradoras” da Barbie inclui 10 bonecas notáveis que homenageiam mulheres fortes e influentes. Cada uma delas representa uma história inspiradora e impactante. Essas bonecas são uma maneira poderosa de celebrar o legado dessas mulheres extraordinárias! Aqui estão as 10 bonecas da série Mulheres Inspiradoras da Barbie: 1. Ida B. Wells: A jornalista afro-americana que lutou contra a supremacia branca nos Estados Unidos. Ida Leia mais…

Nota Pública de Esclarecimento: Página Doutora Brinquedos do Facebook

Nota de Esclarecimento A página do Facebook  denominada “Doutora Brinquedos“, tinha sido HACKEADA, com postagens inadequadas e fora da temática, a página foi invadida.  Comunicamos que já recuperamos a página e que ela voltou a normalidade. Agradecemos a compreensão e pedimos  desculpas pelo ocorrido.  Rede Afrokut.