Campos Mórficos e a Gênese da Afro-Humanitude

Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
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Como o Apagamento do Laço do Ankh Deformou o Paradigma Espiritual do Ocidente

Restaurar o Ankh em nossos altares, peitos e, principalmente, em nossas ações, é um ato de retomada de território mental. Não aceitamos a linha reta que nos leva ao abismo. Somos seres circulares.
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O Ankh e a Física da Manifestação: Uma Tecnologia Africana de 77.000 Anos

Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.

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Comunalismo e Ubuntu: A Filosofia Africana em Perspectiva

No contexto africano, o comunalismo ganha uma dimensão ética e ontológica muito mais profunda por meio do Ubuntu. Leia mais…

Como os Antigos Egípcios resolviam conflitos: Uma tecnologia de paz para as escolas brasileiras

Imagine uma sala de aula onde o erro não é motivo de vergonha, mas um convite à restauração. Leia mais…

Da Ancestralidade Ainu à Afro-Humanitude: O Círculo de Ma’at como Tecnologia Educacional

A historiografia eurocêntrica frequentemente apresenta a civilização como um fenômeno que se expande do Norte para o resto do mundo. No entanto, as evidências arqueológicas e filosóficas apontam para o fluxo real: a civilização desceu o Nilo. Partindo das altas terras do Sul, com os povos Ainu e a civilização de Ta-Seti, o conhecimento fluiu em direção ao Norte, sistematizando-se em Kemet (Egito Antigo). Leia mais…

O Princípio Universal do Gênero e o Equilíbrio da AfroHumanitude

A AfroHumanitude expande essa noção de Gênero para além de uma simples lei mecânica e a vê como uma Lei de Polaridade Criativa. Ela nos lembra que a verdadeira igualdade e harmonia não residem em sermos todos iguais, mas no equilíbrio dinâmico e no respeito profundo entre essas forças complementares, dentro de nós e em nossa comunidade.
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Os 7 Princípios Universais de Thoth, a Afro-humanitude e Interdependência Universal

Este artigo se propõe a traçar paralelos conceituais entre a Afro-humanitude e os 7 Princípios Keméticos, argumentando que ambos, apesar de suas distintas trajetórias históricas, compartilham um alicerce comum: a visão de um universo interconectado, regido por leis harmônicas e fundamentado em uma perspectiva holística. Analisaremos cada um dos sete princípios, demonstrando como suas premissas encontram eco em filosofias e valores presentes na Afro-humanitude.
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O Conceito de “Cura Identitária” na Perspectiva da Afro-Humanitude: Uma Análise Teórica

Este artigo explora o conceito de “cura identitária” a partir da perspectiva da Afro-Humanitude, uma filosofia que busca a transformação interior e a superação de hierarquias sociais por meio do letramento racial e da valorização da diversidade. Distinguindo-se de processos de “cura” relacionados a identidades de gênero (cis ou trans), a cura identitária, neste contexto, foca na alienação e nos processos de identificação singulares de cada indivíduo. Inspirada na filosofia Ubuntu e no conceito de Sumak Kawsay, a Afro-Humanitude propõe um caminho para a cura interior e coletiva, visando a superação do racismo e a construção de um humanismo pluralista. A abordagem interseccional e a educação antirracista são apresentadas como pilares fundamentais para a aplicação desse conceito em um projeto de transformação social. Leia mais…

Negritude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo realiza uma revisão conceitual da Negritude enquanto matriz biocultural primordial da humanidade, articulando-a ao quadro teórico da AfroHumanitude – proposta que integra Negritude, Indigenitude, Parditude e Branquitude Crítica em um projeto descolonial de reumanização. Com base em descobertas genéticas recentes (como a teoria da Eva Mitocondrial e estudos sobre a pigmentação cutânea em populações europeias antigas), argumenta-se que a pele escura não é um marcador de alteridade, mas a expressão fenotípica original do Homo sapiens. A partir desse marco, discute-se como as demais humanitudes emergem histórica e politicamente como adaptações, resistências e ressignificações identitárias, sem jamais apagar a centralidade africana na narrativa humana. Conclui-se que a AfroHumanitude oferece um paradigma civilizatório baseado no Ubuntu, no Sumak Kawsay e no Teko Porã, capazes de superar hierarquias raciais e fundar uma ética da pluralidade radical.

#Negritude; #AfroHumanitude #EvaMitocondrial #Branquitude #Descolonialidade
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AfroHumanitude e Eva Mitocondrial: Intersecções entre Filosofia Africana e Genética Evolutiva

A África ocupa um lugar central tanto na interpretação científica sobre a origem da humanidade quanto nas filosofias que defendem a interconexão entre os povos. A AfroHumanitude, conceito que une a noção de Humanitude (Ubuntu) à centralidade africana na história universal, propõe uma ética de reconhecimento mútuo e de superação das divisões raciais. Paralelamente, a teoria da Eva Mitocondrial — fundamentada em estudos genéticos — Leia mais…

Nego Bispo: o pensador quilombola

Antônio Bispo dos Santos (1959-2023) nasceu no Vale do Rio Berlengas, Piauí. Formou-se pelos ensinamentos de mestras e mestres de ofício do quilombo Saco-Curtume, município de São João do Piauí; completou o ensino fundamental, tornando-se o primeiro de sua família a ter acesso à alfabetização. Nego Bispo, como também é conhecido, é autor de artigos, poemas e dos livros Quilombos, modos e significados (2007) e Colonização, Quilombos: modos e Leia mais…

Tudo Vibra

Nada está parado, tudo se move, tudo vibra. Tudo é composto de átomos em constante vibração. Sagrada Geometria, Cimática ciência. De ondas sonoras geradas pela vibração. Matéria e Energia, Mente e Espírito. Resultam das ordens variáveis de Vibração. Nada está parado, tudo se move, tudo vibra. Tudo é composto de átomos em constante vibração; De ondas sonoras geradas pela vibração; Resultam das ordens variáveis de Leia mais…

7 valores defendidos pela filosofia Ubuntu

A filosofia Ubuntu defende uma série de valores que são fundamentais para a vida em comunidade e para a interação harmoniosa entre as pessoas. Aqui estão 7 dos principais valores defendidos pela filosofia Ubuntu: 1. Humanidade para com os outros: A essência de Ubuntu é “ser humano” e valorizar a importância do “eu” na busca de sentido através do encontro com o outro, numa relação Leia mais…

8 pressupostos para construir um corpo de conhecimentos afrocentrados

A compreensão desse paradigma se dá por meio da centralidade e reconhecimento da experiência africana, a fim de reorientar cultural, social e politicamente os africanos e os intelectuais afrocentristas para trabalharem a partir dos seguintes postulados: 1. A humanidade começou na África e todos os subgrupos ou variedades humanas contemporâneos, isto é “raças”, são ramificações da árvore genealógica na África […]. 2. Dada a premissa Leia mais…

O que é Ubuntu?

Ubuntu é uma filosofia africana que vem sendo usada desde a origem da humanidade na África. É uma palavra originária do tronco linguístico banto, não tem tradução literal para o português, trata-se de um conceito amplo sobre a essência do ser humano, como palavra mais próxima tenho usado Humanitude. Assim Ubuntu/Humanitude é: humanidade, bondade, compaixão, partilha, humildade, respeito mútuo e responsabilidade, interconexão, harmonia – um Leia mais…

O que é Kemet?

Acredita-se que Kemet é sinônimo de Egito antigo, porém, desta forma, ignora-se que a palavra “Egito” é o nome que os antigos gregos deram ao país. Kemet e Egito são duas identidades diferentes. Vejamos nesta série de artigos elaborada pelo Afrokut, um pouco da história de Kemet e o que ela representa hoje para Africanos, a Diáspora Africana e para todo o mundo. A palavra Leia mais…

Sacada do Self da nova militância negra

No programa Conversa com Bial, que abordou reflexões acerca da temática dos 130 anos da abolição da escravatura, o Rapper Emicida comenta uma declaração do então presidente José Sarney que abria oficialmente as comemorações do Centenário da Abolição. Em seguida, o professor Hélio Santos comenta a fala de Emicida e revela a sacada do Self da nova militância negra, dizendo: “Eu sou de uma geração, Leia mais…

O que é Afrofuturismo

Na perspectiva do Afrokut, o Afrofuturismo é uma nova tecnologia de cura, memória e justiça, que desestabiliza noções de tempo linear ocidental. O tempo, no mundo do afrofuturismo, é cíclico, pode se mover em todas as direções e trata do passado, presente e futuro como uma experiência ditada pelo ponto de consciência. O Afrofuturismo proposto aqui vai muito além das limitações da ficção científica. Mas Leia mais…

O que é Yoga Kemética?

A Yoga Kemetic ou, em português, Ioga Kemética, Ioga egípcia (kemet, significa Terra Negra, o nome Egito é a versão grega da palavra) é um antigo sistema egípcio de iluminação baseado nas práticas de movimentos físicos combinados com respiração profunda controlada e meditação. Leia mais…

Ubuntu: uma filosofia quântica da África

Ubuntu é uma filosofia africana que vem sendo usada desde a origem da humanidade na Africa. É uma palavra originária do tronco linguístico banto, não tem tradução literal para o português, trata-se de um conceito amplo sobre a essência do ser humano, como palavra mais próxima tenho usado Humanitude. Adama Samassékou, do Mali, presidente da Conferência Mundial de Humanidades, tem utilizado o conceito de Humanitude para traduzir essa filosofia de vida Leia mais…

Intolerância religiosa e a física quântica

Uma maneira muito fácil de aprender sobre a física quântica é através das Religiões de Matriz Africana (oriunda das religiões tradicionais africanas e das religiões afro-americanas). Olhando o pensamento e praticas das religiões de matriz africana as teorias quânticas de repente tornaram-se interessantes e as religiões de matriz africana ainda mais. Para compreendermos essa ligação vamos começar pelas três leis da termodinâmica (leis físicas da transferência de energia) sobre a morte, essas leis descreve com precisão a Leia mais…

7 Leis Quântica do Kemet que mudarão sua vida

Depois de entender, aplicar e alinhar-se com estas Leis Universais, você experimentará transformação em todas as áreas da sua vida além daquilo que você já ousou imaginar. Leia mais…

O ubuntu como cuidado e partilha

Para o ethos do ubuntu, uma pessoa não só é uma pessoa por meio de outras pessoas, mas também por meio de todos os seres do universo. Cuidar “do outro”, portanto, também implica o cuidado para com a natureza (o meio ambiente) e os seres não humanos, afirma o filósofo e psicólogo sul-africano Dirk Louw. Não apenas ser porque tu és, mas também ser por Leia mais…

Ubuntu como prática ética da singularidade

As relações entre o “eu” e o “outro”:  o ubuntu como prática ética da singularidade No ubuntu, fazer justiça a alguém tem a ver com cuidar da sua singularidade como uma pessoa única, explica a filósofa e advogada norte-americana Drucilla Cornell. Por isso, o ubuntu pode ser extremamente útil para as feministas ou demais grupos de direitos humanos Singularidade e alteridade: entre a relação tensa Leia mais…

Ubuntu uma alternativa ecopolítica

  A ética do ubuntu se pronuncia contra uma interpretação ideológica capitalista da realidade. Sua filosofia nativa espiritual está em maior consonância com a Terra, suas criaturas e suas formas vivas, afirma a educadora sul-africana Dalene Swanson Reconhecido como “um sistema de crenças, uma epistemologia, uma ética coletiva e uma filosofia humanista espiritual do sul da África”, o ubuntu é, em suma, “uma forma ética Leia mais…

O ubuntu é ‘liberdade indivisível’

Para me envolver com o Outro como sujeito, como indivíduo livre como eu mesmo, como outro ser humano, eu também tenho de me tornar sujeito, reconhecendo nossa sujeição comum à história, à contingência e ao destino, explica o teólogo norte-americano Charles Haws A partir da ótica do ubuntu, a liberdade e a autonomia do indivíduo andam de mãos dadas com a responsabilidade pelos outros. É Leia mais…

“Eu só existo porque nós existimos”: a ética Ubuntu

Para o teólogo congolês e doutor em sociologia Bas’Ilele Malomalo, toda existência é sagrada para os africanos, ou seja, há um pouco do divino em tudo o que existe. Por isso, “o Ubuntu retrata a cosmovisão do mundo negro-africano” “Sou porque nós somos”: em uma frase, esse seria o resumo da ética ubuntu. Porém, é na construção histórica e cultural dessa ética que nasce na Leia mais…

Ubuntu “a filosofia do ‘Nós’”

A importância vital do “Nós” Segundo o filósofo sul-africano Mogobe Ramose, para a filosofia ubuntu, “a comunidade é lógica e historicamente anterior ao indivíduo” e por isso tem a primazia sobre este. Essa comunidade, explica, é uma “entidade dinâmica” entre três esferas: a dos vivos, a dos mortos-vivos e a dos ainda não nascidos. Se o ubuntu pode ser compreendido como uma ontologia, uma epistemologia Leia mais…