Branquitude na Perspectiva da AfroHumanitude

Este artigo realiza uma revisão conceitual da branquitude como categoria analítica nos estudos das relações raciais, situando-a no contexto da ideologia do branqueamento e da eugenia que conferiram ao branco um status de humanidade idealizada. Discute-se a emergência de uma branquitude crítica – posicionamento antirracista que reconhece privilégios e atua na desconstrução da supremacia branca – em contraposição à branquitude acrítica, que perpetua hierarquias raciais. A partir do marco teórico da AfroHumanitude, propõe-se uma releitura desse conceito, entendendo-o não como o oposto da negritude, mas como uma ferramenta de letramento racial e cura identitária, capaz de operar transformações individuais e coletivas rumo a um humanismo pluralista e descolonial.
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Branquitude e Branquidade Por Edith Piza

Embora até então os termos branquitude e branquidade tenham sido utilizados para falar da situação de privilégio que o branco detém nas sociedades estruturadas pelas hierarquias raciais, em 2005 a autora Edith Piza propõe uma nova forma de pensar as nomenclaturas. No texto publicado no Simpósio Internacional do Adolescente a autora utiliza o termo branquidade, como foi utilizada na publicação da coletânea de Vron Ware, Leia mais…

Definições sobre a branquitude

Os Estados Unidos, principalmente nos anos 1990, com os critical whiteness studies tornaram-se o principal centro de pesquisas sobre branquitude. Todavia, existem produções acadêmicas sobre essa temática na Inglaterra, África do Sul, Austrália e Brasil. No entanto, W. E. B. Du Bois talvez seja o precursor em teorizar sobre a identidade racial branca com sua publicação Black Reconstruction in the United States. Na galeria dos Leia mais…