O Ankh e a Física da Manifestação: Uma Tecnologia Africana de 77.000 Anos

Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.

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Exposição sobre o Kemet – Antigo Egito

A exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade, em cartaz no CCBB –  Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, há pouco mais de três meses  já recebeu mais de 1 milhão de visitantes, devido ao enorme sucesso e o crescente interesse do público, foi prorrogada a visitação até 02/02. Depois deixará o Rio para ser apresentada em outras quatro localidades: CCBB São Paulo Leia mais…