10 Frases da Consciência Negra e sua conexão vital com a AfroHumanitude
Aqui estão 10 frases que desdobram essa ideia e sua conexão vital com a AfroHumanitude.
#ConsciênciaNegra
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Rede Social da AfroHumanitude
Aqui estão 10 frases que desdobram essa ideia e sua conexão vital com a AfroHumanitude.
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Este artigo explora o conceito de “cura identitária” a partir da perspectiva da Afro-Humanitude, uma filosofia que busca a transformação interior e a superação de hierarquias sociais por meio do letramento racial e da valorização da diversidade. Distinguindo-se de processos de “cura” relacionados a identidades de gênero (cis ou trans), a cura identitária, neste contexto, foca na alienação e nos processos de identificação singulares de cada indivíduo. Inspirada na filosofia Ubuntu e no conceito de Sumak Kawsay, a Afro-Humanitude propõe um caminho para a cura interior e coletiva, visando a superação do racismo e a construção de um humanismo pluralista. A abordagem interseccional e a educação antirracista são apresentadas como pilares fundamentais para a aplicação desse conceito em um projeto de transformação social. Leia mais…
Este artigo realiza uma revisão conceitual da branquitude como categoria analítica nos estudos das relações raciais, situando-a no contexto da ideologia do branqueamento e da eugenia que conferiram ao branco um status de humanidade idealizada. Discute-se a emergência de uma branquitude crítica – posicionamento antirracista que reconhece privilégios e atua na desconstrução da supremacia branca – em contraposição à branquitude acrítica, que perpetua hierarquias raciais. A partir do marco teórico da AfroHumanitude, propõe-se uma releitura desse conceito, entendendo-o não como o oposto da negritude, mas como uma ferramenta de letramento racial e cura identitária, capaz de operar transformações individuais e coletivas rumo a um humanismo pluralista e descolonial.
#branquitude #negritude #indigenitude #parditude Leia mais…
Este artigo revisita o debate intelectual seminal, analisado por Gertrudes Marti em 1973, entre a Negritude – como afirmação de uma identidade negra distintiva e política – e a “Humanitude” – enquanto conceito universalista que busca transcender as categorias raciais. Partindo dessa tensão histórica, o artigo propõe uma releitura contemporânea, argumentando que a chamada “Humanitude” não pode ser um universalismo abstrato, mas sim fundamentada em filosofias africanas como o Ubuntu. Neste sentido, articula-se o conceito de Afro-humanitude como uma superação dialética da dicotomia, promovendo um humanismo radicalmente inclusivo, enraizado na diversidade e voltado para o letramento racial e o combate ao racismo, com especial atenção ao contexto brasileiro. Leia mais…
Reconhecendo a África como o berço da humanidade e o conceito de Ubuntu (Humanitude), que liga todos os seres humanos, a AfroHumanitude enfatiza que as diferenças entre nós são superficiais e não devem ser usadas para justificar discriminação ou hierarquias sociais. A AfroHumanitude tem o potencial de enriquecer e transformar o debate racial no Brasil e no mundo. A AfroHumanitude propõe um entendimento mais inclusivo e holístico Leia mais…
Superar o paradigma binário preto/branco pode ampliar a compreensão das dinâmicas raciais e permitir um debate mais inclusivo e enriquecedor. A “raça” é apenas um dos muitos fatores que compõem a identidade de uma pessoa. Considerar outras interseccionalidades, como classe, gênero, orientação sexual e etnia, pode proporcionar uma análise mais complexa e precisa das desigualdades raciais e sociais. Além disso, é fundamental reconhecer as experiências Leia mais…
Embora até então os termos branquitude e branquidade tenham sido utilizados para falar da situação de privilégio que o branco detém nas sociedades estruturadas pelas hierarquias raciais, em 2005 a autora Edith Piza propõe uma nova forma de pensar as nomenclaturas. No texto publicado no Simpósio Internacional do Adolescente a autora utiliza o termo branquidade, como foi utilizada na publicação da coletânea de Vron Ware, Leia mais…
Parditude é o primeiro projeto antirracista do Brasil com foco em pautas multirraciais, surgido da necessidade urgente de dar voz e visibilidade às pessoas mestiças. Trata-se de uma pesquisa que busca observar de forma empírica a experiência dos pardos brasileiros, reconhecendo suas origens indígenas, africanas, europeias e, por vezes, asiáticas. Estudos como o de Lia Vainer, Joice Lopes e Verônica Daflon evidenciam a escassez de Leia mais…
A presença de rappers brancos em um gênero musical genuinamente negro sempre foi motivo de conflitos e melindres, quase sempre mantidos nas entrelinhas e bastidores da cena Rap. Em jogo, acusações de apropriação cultural, inautenticidade, privilégio e racismo. O autor, ativista e pesquisador negro, Jorge Hilton, se aventura no mergulho aprofundado desse território expondo e analisando esta tensão racial. E se historicamente os pesquisadores brancos Leia mais…
Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo. Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo. Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 Leia mais…
Apesar de os Estados Unidos se apresentarem como importante propulsor dos estudos críticos da branquidade a partir dos anos 90, tornando-se o principal centro de estudos sobre o tema, o pesquisador Lourenço Cardoso (2010) atenta para o fato de que o pioneirismo na problematização da identidade racial branca caberia, primeiro, a W. B. Du Bois já em 1935 e, em seguida, a Frantz Fanon, em Leia mais…
Os Estados Unidos, principalmente nos anos 1990, com os critical whiteness studies tornaram-se o principal centro de pesquisas sobre branquitude. Todavia, existem produções acadêmicas sobre essa temática na Inglaterra, África do Sul, Austrália e Brasil. No entanto, W. E. B. Du Bois talvez seja o precursor em teorizar sobre a identidade racial branca com sua publicação Black Reconstruction in the United States. Na galeria dos Leia mais…