Eu a Supremacia Branca: Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo

Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo.  Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo.

Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 dias, com sugestões de exercícios e dicas para realizar o necessário e indispensável trabalho capaz de levar a uma melhoria das relações sociais.

Revisto e atualizado após o desafio on-line, aqui o trabalho antirracista proposto será aprofundado com contextos históricos e culturais, emocionantes histórias pessoais, definições expandidas, e exemplos e referências, oferecendo aos leitores o que cada um precisa para entender o racismo e desmontar seus preconceitos.

Foi originalmente publicado em 2020 e entrou na lista de best-sellers do The New York Times.

LAYLA F. SAAD


Branquitude


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O Elo com o Brasil 🇧🇷
Em 2014, tivemos a honra de recebê-lo no Rio de Janeiro para a Conferência Nacional Negritude & Evangélicos. Mesmo com a fragilidade dos seus 84 anos na época, sua voz ecoou forte no Seminário Batista do Sul, lembrando-nos que a reconciliação com o próximo é fruto da verdade.

“A verdade incendeia a justiça” — Rev. John Perkins.

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Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada?

Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
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O Chamado à Ação:
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
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O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
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