
Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo. Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo.
Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 dias, com sugestões de exercícios e dicas para realizar o necessário e indispensável trabalho capaz de levar a uma melhoria das relações sociais.
Revisto e atualizado após o desafio on-line, aqui o trabalho antirracista proposto será aprofundado com contextos históricos e culturais, emocionantes histórias pessoais, definições expandidas, e exemplos e referências, oferecendo aos leitores o que cada um precisa para entender o racismo e desmontar seus preconceitos.
Foi originalmente publicado em 2020 e entrou na lista de best-sellers do The New York Times.
LAYLA F. SAAD
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A Afro-Humanitude não apaga a raça; ela atravessa a raça para superá-la. Não se trata de fingir que o racismo não existe, mas de desativar os seus códigos coloniais de dentro para fora. Leia mais… O objetivo final de uma educação verdadeiramente emancipatória não deve ser apenas a gestão permanente de conflitos raciais, mas sim o horizonte pós-racial (não confundir com a ideologia pós-racial liberal). O horizonte pós-racial da Afro-Humanitude é a emergência plena do Muntu, conceito banto que designa a pessoa humana em sua totalidade corpórea, cognitiva, comunitária e espiritual, o ser humano integral, consciente de sua ancestralidade e de sua corresponsabilidade com o ecossistema. Leia mais… Longe de se limitar ao antirracismo burocrático ou à pedagogia do trauma, a obra propõe uma Cura Identitária profunda e radical. A Afro-Humanitude é apresentada como o encontro umbilical entre a África (o berço biológico e cultural incontroverso da história universal) e a Humanitude (a teia relacional de cuidado e interdependência que vincula toda a vida). O horizonte perseguido é assumidamente pós-racial: a emergência plena do Muntu, a pessoa humana em sua totalidade corpórea, cognitiva e espiritual. Leia mais… A proposta deste artigo, fundamentada na AfroHumanitude, não é anular o cânone, mas romper com o seu monopólio. Buscamos diversificar radicalmente essa abordagem, tensionando as teorias clássicas a partir da intersecção com a Filosofia Ubuntu e resgatando a contribuição de grandes educadoras e pedagogos negros, continentais e da diáspora, que demonstraram que a aprendizagem é, antes de tudo, uma vivência e uma responsabilidade coletiva. Leia mais… A Magnitude de um Ícone Ver Vinícius Júnior jogar e, acima de tudo, se posicionar, é um dos acontecimentos mais potentes da história recente do esporte e da luta antirracista… Este artigo propõe uma superação epistêmica e prática do antirracismo tradicional no campo educacional, articulando as premissas da Educação Integral Antirracista à luz do conceito de AfroHumanitude. Argumenta-se que, embora as correntes tradicionais tenham desempenhado papel histórico crucial na denúncia de assimetrias, elas permanecem aprisionadas na centralidade da “raça” como categoria ontológica. Por meio do diálogo com o Humanismo Planetário, a Pluriversalidade Decolonial e o Afropresentismo, este ensaio defende que o objetivo último de uma pedagogia radicalmente transformadora não deve ser o gerenciamento crônico de conflitos raciais, mas sim a completa obsolescência e dissolução da raciologia para a refundação de uma nova ética humana global. Leia mais… Para nós, que caminhamos sob a égide da Afro-Humanitude, o Humanæ não é apenas uma belíssima galeria de retratos; é uma tecnologia viva de letramento racial. Ao alinhar a nossa diversidade à neutralidade dos códigos de cor, a obra se torna um espelho pedagógico que nos ensina a ler o mundo além dos estereótipos. Este artigo propõe um mergulho nessa intersecção: como a lente de Angélica Dass materializa visualmente o respeito à singularidade e o senso de comunidade profunda que defendemos em nossa filosofia. Leia mais… Hoje o mundo se despede de um dos maiores gigantes da reconciliação racial e da justiça social. O Rev. John M. Perkins partiu nesta sexta-feira (13/03), aos 95 anos, deixando um rastro de luz e coragem que atravessou fronteiras. “A verdade incendeia a justiça” — Rev. John Perkins. Nossos sentimentos à família Perkins e a todos que, inspirados por ele, continuam a luta por um mundo onde a justiça e a paz se beijem. Leia mais… Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada? Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha. Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
O Elo com o Brasil 🇧🇷
Em 2014, tivemos a honra de recebê-lo no Rio de Janeiro para a Conferência Nacional Negritude & Evangélicos. Mesmo com a fragilidade dos seus 84 anos na época, sua voz ecoou forte no Seminário Batista do Sul, lembrando-nos que a reconciliação com o próximo é fruto da verdade.
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