Eu a Supremacia Branca: Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo

Como reconhecer seu privilégio, combater o racismo e mudar o mundo.  Um livro para todos que estão prontos a examinar de perto as próprias crenças e preconceitos, e a fazer o trabalho necessário para mudar o mundo.

Baseado num desafio no Instagram que conquistou a atenção de pessoas ao redor do mundo, Eu e a supremacia branca conduz os leitores por uma jornada de 28 dias, com sugestões de exercícios e dicas para realizar o necessário e indispensável trabalho capaz de levar a uma melhoria das relações sociais.

Revisto e atualizado após o desafio on-line, aqui o trabalho antirracista proposto será aprofundado com contextos históricos e culturais, emocionantes histórias pessoais, definições expandidas, e exemplos e referências, oferecendo aos leitores o que cada um precisa para entender o racismo e desmontar seus preconceitos.

Foi originalmente publicado em 2020 e entrou na lista de best-sellers do The New York Times.

LAYLA F. SAAD


Branquitude


VEJA TAMBÉM:

Hoje o mundo se despede de um dos maiores gigantes da reconciliação racial e da justiça social. O Rev. John M. Perkins partiu nesta sexta-feira (13/03), aos 95 anos, deixando um rastro de luz e coragem que atravessou fronteiras.
O Elo com o Brasil 🇧🇷
Em 2014, tivemos a honra de recebê-lo no Rio de Janeiro para a Conferência Nacional Negritude & Evangélicos. Mesmo com a fragilidade dos seus 84 anos na época, sua voz ecoou forte no Seminário Batista do Sul, lembrando-nos que a reconciliação com o próximo é fruto da verdade.

“A verdade incendeia a justiça” — Rev. John Perkins.

Nossos sentimentos à família Perkins e a todos que, inspirados por ele, continuam a luta por um mundo onde a justiça e a paz se beijem. Leia mais…

Neste 8 de março, a pergunta que deixamos é: estamos lutando por direitos dentro de uma estrutura que já nasceu quebrada?

Muitas vezes, as celebrações do Dia da Mulher ficam presas apenas na lógica patriarcal, sem questionar a “casa” em que vivemos. Na Afro-Humanitude, buscamos o equilíbrio original. O Matriarcalismo não é o oposto do patriarcado (dominação feminina), mas sim um modelo de Matrifocalidade: sociedades centradas na vida, no consenso e na partilha.
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Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”.
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Em um contexto profissional marcado por incertezas, transformação digital acelerada e crescente complexidade em tomadas de decisões, iniciativas de desenvolvimento precisam ir além dos discursos motivacionais — oferecer método, estrutura…

O Chamado à Ação:
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
#Ankh #Ma’at #Kemet Leia mais…

O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas.
#Ankh #Bioenergética #Kemet #Ma’at Leia mais…

Restaurar o Ankh em nossos altares, peitos e, principalmente, em nossas ações, é um ato de retomada de território mental. Não aceitamos a linha reta que nos leva ao abismo. Somos seres circulares.
#Ankh #Afrokut #Kemet #TecnologiaAncestral Leia mais…

✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨
Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
#CosmogramaDikenga #Ancestralidade #SabedoriaAfricana #FilosofiaBantu #Afrokut Leia mais…

Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos.

# Ankh #Twa #AfroHumanitude #Kemet Leia mais…

O preço da injustiça é sempre o mais caro,não se paga em ouro, nem em prata,mas em vidas que se perdem no caminho,em sonhos que são esmagadosantes mesmo de serem…

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