Indigenitude é uma visão de libertação, resistência e propostas de mudança fundamentada no Sumak Kawsay (traduzido como Bem Viver, na língua quíchua, idioma tradicional dos Andes). Para a bióloga equatoriana Esperanza Martínez, “o bem viver é mais do que viver melhor, ou viver bem: o bem viver é Viver em Plenitude“. O termo utilizado não é “alli kawsay” (alli = bem; Kawsani = viver), mas sim “sumak Kawsay” (sumak = plenitude; kawsani = viver).
Sumak Kawsay (Viver em Plenitude) é uma filosofia de vida, que se baseia na cosmovisão dos povos indígenas andinos e nos saberes ancestrais em geral, fundamenta-se em, entre outros, nos pilares:
- Relacionalidade, que se refere à interpretação de haver uma interconexão de todos elementos que juntos compõem um só, o “Todo”;
- Reciprocidade, entendida como uma relação recíproca e coparticipativa entre os mundos superiores, inferiores e o mundo atual, e entre humanos e natureza;
- Correspondência, que vê os elementos da realidade se corresponderem de uma maneira harmoniosa, a maneira de proporcionalidade;
- Complementaridade, que se baseia na ideia de que os opostos podem ser complementares, já que nada é incontornável.
Em Guarani, um conceito semelhante é designado como Teko Porã. A Indigenitude incorpora os valores do Viver em Plenitude: Sumak Kawsay, Teko Porã, e Ubuntu, com valores éticos profundos do COMUM, visando a construção de uma cidadania ativa e solidária.
Assim, Sumak Kawsay, Teko Porã, e Ubuntu são Humanitude.
Por Hernani Francisco da Silva – Do Afrokut
Entender o Ankh como um hábito da alma nos retira da posição de “estudantes de arqueologia” e nos coloca como operadores de tecnologia. Ao vivermos a Afro-Humanitude, estamos fortalecendo esse campo mórfico. A Afro-Humanitude é o convite para que você deixe de ser um passageiro da história alheia e se torne o escriba da sua própria realidade no “aqui e agora”. Em um contexto profissional marcado por incertezas, transformação digital acelerada e crescente complexidade em tomadas de decisões, iniciativas de desenvolvimento precisam ir além dos discursos motivacionais — oferecer método, estrutura… O Chamado à Ação: O nariz é a porta de entrada do sopro vital. Ao aproximar um Ankh carregado das narinas, ocorria uma ionização do ar inspirado. Esse ar, “carregado” pela frequência do símbolo, entrava na corrente sanguínea e ajustava o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Era o método ancestral de recarregar a “bateria” do Ka (corpo vital) e permitir que o Ba (alma) operasse em frequências mais elevadas. Restaurar o Ankh em nossos altares, peitos e, principalmente, em nossas ações, é um ato de retomada de território mental. Não aceitamos a linha reta que nos leva ao abismo. Somos seres circulares. ✨ Cosmograma Dikenga: a bússola ancestral da vida ✨ Para compreender o Ankh, precisamos primeiro olhar para o sul, para a região dos Grandes Lagos e as florestas da África Central. A egiptologia clássica costuma datar o surgimento do símbolo por volta de 3.000 a.C., mas a evidência arqueológica e antropológica aponta para uma linhagem muito mais profunda. Pesquisas recentes (Nkosi, 2019) indicam que os povos Twa — frequentemente chamados de forma pejorativa de pigmeus, mas que são os guardiões de alguns dos conhecimentos mais antigos da humanidade — já utilizavam o símbolo da “Cruz” há pelo menos 77.000 anos. # Ankh #Twa #AfroHumanitude #Kemet Leia mais… O preço da injustiça é sempre o mais caro,não se paga em ouro, nem em prata,mas em vidas que se perdem no caminho,em sonhos que são esmagadosantes mesmo de serem… No contexto africano, o comunalismo ganha uma dimensão ética e ontológica muito mais profunda por meio do Ubuntu. Leia mais… Adotar o Ankh ☥ como uma “Cruz Africana” nas igrejas brasileiras não é apenas uma mudança visual; é um ato de soberania mental. Isso comunica que a espiritualidade negra não precisa pedir licença para se expressar com seus próprios símbolos ancestrais. Leia mais…
#Ankh #Sankofa #AfroHumanitude #Muntu #Kemet #CampoMórfico Leia mais…
Não aceitamos mais a definição rasa da egiptologia colonial.
Retomamos o Ankh como escudo contra a entropia.
Retomamos o Ankh como manual de sustentabilidade e regeneração.
Retomamos o Ankh como a prova de que somos seres estelares habitando a argila.
#Ankh #Ma’at #Kemet Leia mais…
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Do nascimento ao retorno aos ancestrais, o símbolo Bakongo revela que a existência é um ciclo contínuo.
Descubra como essa filosofia atravessou séculos e influenciou culturas da Diáspora Africana.
👉 Leia no Afrokut: osmograma Dikenga
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